Ouço muitos perguntar - talvez o façam também, de si para si - Que tempos são estes, em que vivemos?
- Os tempos são o tempo, como sempre foi. Quem nele habita, tem vindo a transformar e a transformar-se em algo que, chegando a um determinado ponto, lhe escapa à compreensão, causando entropia(s) desmedidas.
- Nestes tempos não se buscam soluções. Não se buscam consensos, tão pouco aproximações para estabelecer diálogos que visem estabelecer uma rota que conduza, não à solução, mas ao fim da estagnação e ao início de uma caminhada que leve à reflexão e à identificação e reconhecimento e aceitação, de nós e do outro.
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