sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Roda da vida (sem avanços)

Aparentemente frágil
Coração batendo ágil
Com desejo de ternura
Lábios não disfarçam a tremura

Olhos buscam incessantes
Mãos esquecem os instantes
Peitos gastos de amar
Ventres salgados por tanto mar

Gemidos vindos não sei d'onde
Desejo muito forte que se esconde
Passos perdidos, procurados
Infinita rotação, seres abraçados

10 comentários:

sombra e luz disse...

(psst...pssst bartolomeu...
bartolomeu....)



Um abraço
Amigo;)

Cat* disse...

Na roda da vida todos andamos
Uma vez parados outras caminhando
Gostei imenso de o ler

Bom fim de semana desejo
*

Moura ao Luar disse...

Beijos rodados

Bartolomeu disse...

Pssst sombrinha... pssst.
;)
como vais sombrinha linda?

Bartolomeu disse...

é isso cat... tal como diz a frase do túmolo de carnak... toda a grande caminhada se inicia com um pequeno passo.

Bartolomeu disse...

Olá mourinha, já conhecia as saias rodas, hoje fiquei a conhecer os beijos.
hummmm
;)))))

Papoila disse...

E rodando vai num remoinho de sentires

Gostei

BF

lenor disse...

Ventres salgados de suor. Não digo que associação de ideias fiz, mas foi onde vim ter com este poema.

Bartolomeu disse...

Rodando sempre numa espiral ascendente, né Drinha Poila?
Shmaaack
Shmaaack
Shmaaack
Shmaaack

Bartolomeu disse...

Leozinha querida... simbiose de pensares?
hummmm
Beijáço