sexta-feira, 9 de novembro de 2007

À Noite...

À noite és volúpia, és magia
És um encanto, um mistério
És o desejo que me contagia
Me confunde, dos sentidos o império


És a estrela mais brilhante
O luar mais prateado
A mais doce e terna amante
Fogueira de fogo ateado

E eu, errante cavaleiro
Conquistando teu castelo
Beijo teu colo altaneiro
Guardião do Sete Estrelo

8 comentários:

Papoila disse...

Estará bem guardado o Sete Estrelo por tão ilustre cavaleiro BartÔ?!

Jinhos
BF

Sirk disse...

"Fogueira de fogo ateado"

o que lhe vale a si é que não estamos no Estio, senão isso "à noite" podia ter um desfecho trágico e "epidémico"... chiça!
É que ainda há muito pau por arder na Península Ibérica.
;)

sagher disse...

muito belo o poema bartolo mas o final um pouco erótico com a beijoquices no colo e etc....

Bartolomeu disse...

Olá drinha Poila... colocas-me perguntas tão difíceis ;))
Mas penso que sim, o sete estrelo, sim, os homens è que me parecem um tanto perdidos.
;))

Bartolomeu disse...

Não estamos no estio Sirk? com um braseiro destes, em Novembro?
;)))
Desfecho epidémico, optimo, mas não necessáriamente trágico
;)))

Bartolomeu disse...

Olá meu amigo Sage!!!
Ora bem, erotismo e beijoquices no colo, são práticas bastante agradáveis e recomendáveis, não achas?

lenor disse...

Sensual como o desconhecido.

Bartolomeu disse...

Tão sensual quanto pode ser o desconhecido que estimula os sentidos.
;)))))))
Beijões!!!