quarta-feira, 11 de julho de 2007

Poema do faz-de-conta

Hoje vou ser palavroso
e escrever, escrever sem razão
Vou usar um tom jucoso
E abusar do palavrão

Portanto, aos meus amigos
Dou um conselho avisado
Que não leiam estes versos
São escritos por um tarado

Esta manhã acordei
com uma ideia fisgada
Descobrir por onde andei
durante a noite passada

Depois de muito pensar
enquanto me barbeava
lembrei-me de ter saido
para encontrar namorada

Não me lembro se encontrei
ou se vim dormir sozinho
porque acho que tropecei
quando a meio do caminho

Algo me deve ter empurrado
não sei, já não me recordo
so sei que vim entornado
e que dormi como um tordo


Estávam à espera de ver o Bartolomeu escrever asneirolas?
lololol

13 comentários:

Papoila disse...

Pois... Esperava te ler com um pouco mais de erotismo, despertar a libido... não propriamente palavrões mas ...uma malandrice ou outra...

Fico esperando
Beijocas minha promessa de brejeirice!

BF

Rosa dos Ventos disse...

Et pourquoi pas?! ;-))

winkle disse...

variar também é bom..e não te saiste nada mal com este poema do faz de conta...
mas confesso que esperava um desenrolar diferente :P

já agora passa pelo meu blog.

;)

Bartolomeu disse...

Ai!!!
Sinto-me tentado a citar o popularíssimo... "Quem espera, sempre alcança"
hihhiihi
Já lá mora Papoilinha, espero não vir a ser crucificado.
:)*

Bartolomeu disse...

Oui certainement, et pourquoi pas?
Les môts drôles, sont des paroles comme quelcune autre.
Está quietinho bartolomeu, limita-te a fazer aquilo que sabes fazer (mal). Escreve em português.
:)) **

Bartolomeu disse...

Concordo Wink, variar pode e deve ser muitíssimo bom. Apesar de no meu caso ser mais, avariar. Mas pronto, a intenção foi a melhor e para que a minha felicidade aumente, basta-me que tenhas gostado.
:)) **

Bartolomeu disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lenor disse...

Teve que sair o post da Madalena para eu entender porque tinhas ficado a dormir como um tordo. Pudera!

Bartolomeu disse...

É Claro Leozinha, nada acontece por acaso.
Mas acordei muito satisfeitinho.
ahahahahah

lenor disse...

grauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhhgrauuuuchhhh

Maria Eduarda Horta disse...

Cuidado Bartolomeu, muito cuidado com o tom jocoso!

Bartolomeu disse...

Sem más intenções obviamente Maria Eduarda.
:))))

Joana disse...

este poema fez-me lembrar tanto Fernando Pessoa (o que é uma honra!). ahah. está engraçado :p