terça-feira, 24 de junho de 2008

Um castelo em claras

Ora bem... como a minha amiga Minucha me pede mais e a minha amiga Fausta me pede que arrebite, vou tentar satisfazer-lhes as vontades!?

Construí um castelo com claras
Claras, não. Brancas, eram brancas
Brancas pedras que arranquei
Com estas mãos da terra escavada
Ergui-o pedra-a-pedra com amor
Todo o trabalho foi feito com amor
Coloquei-lhe varandas e janelas de sacada
Voltei este castelo para sul, para o mar
Para ver chegar as aves na primavera
Nascia o sol com que despertáva à minha esquerda
Poisava no horizonte ao fim do dia, na direita
E perdia-se-me o olhar nesse horizonte
Renovava-se uma esperança a nascente
Adiava-se um futuro a poente
O presente indefinível permanecia nesse castelo
Todo construído de claras... claras não! Brancas!

7 comentários:

Rosa dos Ventos disse...

Meteste-te então no negócio dos "resorts"?
À beira-mar, com todo esse posicionamento, vou começar a fazer as malas...
Já estava a ficar preocupada com a ausência, mas agora já percebi o que se passou.
Estas obras têm que ser vigiadas bem de perto. ;-))

Abraço

lenor disse...

Depois hás-de dar-me uma farófia, Bartolomeu. A nadar em creme de leite, açucar e gemas. Ando gulosa.

minucha disse...

Fiquei comovida Bartolomeu, no meu último dia do Claras em Castelo
Saio do Claras com lágrimas nos olhos, por tua causa, o que te agradeço
Voltarei à blogosfera num outro espaço, mais tarde

Beijo grande e agradecido

sinhã, a. disse...

Quem sabe - se no cstelo branco é que está a virtude. :-)

Papoila disse...

Também estou a precisar arrebitar...

Beijos claros de claras em castelo ... beijos fofos :)
BF

Rosa dos Ventos disse...

Desapareceste de novo?!
Volta, Bartô, fazes falta por aqui!

Abraço

lenor disse...

Lembrei-me agora de perguntar:
Ó Génio (Bartolomeu), é preciso esfregar-te a lâmpada para voltares a aparecer? Que coisa!