segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Orgasmo...

E... quando tudo acabou
Num instante, num orgasmo infinito
O mundo parou... A vida parou
Ao som do teu grito!

E então... as minhas mãos
Despiram o teu corpo, nu
Os teus espaços vãos
Numa sensação déja-vu

Cruzou-se-nos o olhar
Lento, calmo, distante
Buscando em nós o lugar
Do sono repousante

E voltámos, desse longe que somos
Desse peregrino andar
Provando aos gomos
Este novo manjar

E num beijo supremo
Num esforço Terreno
Descobri porque tremo
Ao teu leve aceno

8 comentários:

Baila sem peso disse...

Uahuhhh!!! Que orgasmo profundo
das entranhas do mundo!!!
Déjà-vu delirante
em poesia contagiante
que termina num supremo beijo
como a Terra tremendo de desejo

Gostei bastante desta sensação
Passando pelo corpo
vai direitinha ao coração :)

(vou por aqui passando Bartolomeu
ando sem tempo só meu
somei-me a mais andanças
num mundo de muiiiiiitas crianças):)

Beijinho e BOM ANO - o meu por enquanto tem sido cada novidade
que me leva na boa verdade :)

Bartolomeu disse...

Olá fidelíssima amiga!
Mesmo sem tempo, passas sempre pelo cantinho do Bartô...
;)
Agradeço a tua visita e a atenção que dispensas aos meus... escritos.
;)

Catarina disse...

Ena!
Passava todos os dias... e continuava a ver “sonhos”... Fico distraída por uns dias e quando chego deparo-me com "Orgasmo"! Uau!
Nem sei o que dizer! : )
Continua, amigo Bartolomeu... : )

Bartolomeu disse...

O teu comentário é um desafio, Catarina.
Apetecia-me responder... " pois é... passado algum tempo, vim-me»
Mas pronto, não vou dizer, porque poderia ser mal interpretado...
;))

anaturezap disse...

Então foi por isso que não respondeste ao meu comentário anterior. Pudera, um orgasmo infinito…
Se bem que isto está um bocado embrulhado… Despiste-a depois do orgasmo? Isso é que é entusiasmo… E se foi um orgasmo infinito…então está explicada a tremedeira.
Não te zangues, que eu também não :)

Bartolomeu disse...

Esta questão orgásmica, é sempre um tanto indefinível, não te parece, ana?
E a tremideira... pode ter imensas origens, tão imensas, quanto imensos podem ser os orgasmos.
;)

Sandra disse...

Das coisas finitas...fazer amor é a melhor...é um bom remédio para vários males e além disso não se lhe conhecessem contra-indicações
:)
sandrablogwithaview

Bartolomeu disse...

Concordo Sandra!
Será até a forma mais genuína e sincera de sentirmos alguém.
Afinal... todos (sem excepção)nascemos de um orgasmo!
;)