quarta-feira, 5 de agosto de 2009

A Grande Selvagem



Selvagem, como o teu corpo sedento do meu que, feito mar se encapela e depois... mansamente te envolve, conciliado, adoçado pelos raios do sol que nos fazem brilhar feitos deuses, numa imensidão de saberes esquecidos e de desejos eternamente secretos.

4 comentários:

Rosa dos Ventos disse...

Apareces e deslumbras-nos com a imagem e as palavras!

Abraço

Bartolomeu disse...

Olá Rosinha!
A imagem é fortíssima, sem dúvida, detentora de um poder... imensamente selvagem.
;))

Papoila disse...

Secretamente....
Chegas e... salvagem nos tomas.
;);)
BF

Bartolomeu P. Nascimento disse...

Gostei das tuas poesias.