Inspirado no post "Que coisa!", publicado no http://www.quartarepublica.blogspot.com/
O mundo é feito de coisas.
Coisas que antes de ser,
As coisas que cremos que são,
Nos parecem ser as coisas,
Que por vezes queremos ver,
Sem cuidar de serem, aquilo que de veras são.
Vemos coisas bem bonitas.
Vemos coisas d'encantar.
Vemos as coisas mais belas.
Vemos coisas infinitas,
Que nos chegam, sem esperar,
Sem que suspeitemos delas.
Vemos coisas de saudade.
E coisas de gratidão.
Vemos coisa de verdade.
Vemos coisas de paixão.
Vemos coisas completas.
Vemos coisas em criação.
Vemos almas abertas.
Querendo dar-nos a mão!
Vemos coisas incessantes,
Que fazem o mundo girar!
Vemos coisas gritantes,
Que nos fazem irritar!
Mas vemos sinais de amor,
Neste mundo a palpitar.
São coisas que dão calor.
São coisas para valorizar.
Mas é das coisas do mundo
Que este mundo é feito
E sabemos... lá no fundo
Que é pr'á coisa que temos jeito!
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Suor...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Eternamente...
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Sou Uma Ilha (Ai Éme An Ailande... Énd a Roque Quén Fil Nau Péin... Énd Anailande Névar Crai)
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O Ser eo Tempo
sábado, 13 de novembro de 2010
Quark

Eu, sou um átomo...
Para todos e cada um que olho,
Vejo um átomo, vejo átomos.
Vejo grupos de átomos,
Famílias de átomos, classes de átomos.
É certo que cada uma destas famílias,
Classes...
Formam no seu conjunto,
Partículas elementares,
As quais... constituem, outros átomos.
Resumindo;
Eu, não sou um átomo...
Todos os que me rodeiam, não são átomos!
Somos partículas fundamentais...
Construímos todas as outras partículas
E não somos compostas de partículas menores!
Mas...
Para o universo, somos quarks.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
O Eu da Alma

Sentado na poltrona da sala,
Observo o mundo lá fora.
Ao fundo, os três moinhos.
Em volta, o vento não se cala,
E leva-me na mesma hora,
Pelo mundo e seus caminhos.
Serpenteia o rio, lá ao fundo,
Verdejam os montes em redor.
A gente, lá vai na sua lida,
Espalhada, ocupando o mundo,
Cultivando a terra com amor.
Cada um, cumprindo a sua vida.
O sol, já aquece a terra húmida,
Rega do orvalho da madrugada.
Exalta os sentidos, as vontades.
Solta dos seres, a energia contida.
Faz trinar os cantos da passarada.
Anima os corpos, lava-os de maldades.
Aqui, da poltrona da minha sala,
Olho as nuvens que correm pelo céu.
Olho o espaço infinito, o horizonte.
Escuto o vento à volta, que não se cala.
Aqui, no alto deste monte…
Penso, se a minha alma tem um Eu.
Observo o mundo lá fora.
Ao fundo, os três moinhos.
Em volta, o vento não se cala,
E leva-me na mesma hora,
Pelo mundo e seus caminhos.
Serpenteia o rio, lá ao fundo,
Verdejam os montes em redor.
A gente, lá vai na sua lida,
Espalhada, ocupando o mundo,
Cultivando a terra com amor.
Cada um, cumprindo a sua vida.
O sol, já aquece a terra húmida,
Rega do orvalho da madrugada.
Exalta os sentidos, as vontades.
Solta dos seres, a energia contida.
Faz trinar os cantos da passarada.
Anima os corpos, lava-os de maldades.
Aqui, da poltrona da minha sala,
Olho as nuvens que correm pelo céu.
Olho o espaço infinito, o horizonte.
Escuto o vento à volta, que não se cala.
Aqui, no alto deste monte…
Penso, se a minha alma tem um Eu.
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