sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Mente Enveneada... ;)))
(Este gajo é uma moka do karáças... acho K se ele fosse gaja, mandava-lhe um bitaite... ou dois... não me perguntem porkê, mas kurto ouvi-lo... bués!!!)
;)))
Contava-me um amigo recentemente que ao entrar numa rotunda, chovia que se fartava, o carro, derrepente, ganhou vontade própria e andou para ali ás piruetas, e só parou quando lhe apeteceu(o carro).
Fiz um ar de surpreza e perguntei-lhe: Óh pá isso foi uma experiência transcendental, e sentis-te a sair do próprio corpo e a observar a cena de uma outra dimensão, ou ouvista a voz do carro afirmar imperiosa «tira as mãos do volante que agora quem conduz sou eu» ?
Olhou para mim irritado e mandou-me para o apêndice por onde ejacula o líquido que dá origem à vida.
Encolhi os ombros e esperei que ele escolhesse outro assunto de conversa. Entretanto fiquei a "ruminar" no gostinho especial que a maioria de nós evidencia para, quando as "coisas" descambam para alem do nosso controle, atribuirmos a culpa aos inertes.
Por exemplo: Se um gajo está na cozinha a descascar batatas e se descuida com a faca, corta um dedo, um golpezinho da treta, o que é que diz imediatamente?
Filha da puta da faca, cortou-me!
Se um tipo sobe a um escadote e se a meio se desiquilibra e malha cá em baixo, o que é que diz?
Cabrão do escadote está cos copos!
Se entra numa rotunda a chover, com velocidade desadequada para as condições do piso e o carro entra em desiquilíbrio, perde a aderência e desata a fazer peões... claro que aí o carro adquire vontade própria.
Terminadas estas ruminações, peguei no telefone e liguei para o meu amigo Roger... olha lá oh Roger, qual é a tua opinião acerca desta cena?
Diz-me ele: «Somos filhos do visionísmo, temos o corpo e a mente impregnados de veneno, um veneno que nos foi oferecido e que nós acabámos por ir bebendo voluntáriamente, acreditando que seria essa a forma de nos tornarmos herois»
Herois !? Perguntei, eu.
Sim, herois, mais não seja de nós mesmos...
Oh cum camando, este Roger lixa-me a caixa-cornea por completo... pera lá Bartolomeu, mas então um gajo nasce puro, total e completamente clean, quer de corpo, quer de espírito e depois começa a "enfrascar-se" em venenos pensando adquirir aquilo com que já nasceu?
Mas que engrenagem mais estranha!!!
Mais estranho ainda, é funcionar!!!!
;)))))))
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Bélicas e... Lésbica
A palavra é a arma que possui maior poder. Tal como uma espada de dois gumes, esse poder, tanto pode ser destrutivo, como construtivo, dependendo para isso da mão que a empunhe, se for guiada pela razão, pelo instinto, ou... pelo sonho.
As palavras do título parecem totalmente desaparentadas, sobretudo se prestarmos atenção unicamente à semântica, contudo, se as "debulharmos" convenientemente, iremos concluir que não é tanto o parecer, como o ser.
Vejamos:
-Ambas as palavras são constituídas por 7 letras iguais.
-Ambas as palavras são trissilábicas
-Ambas as palavras são esdrúxulas
-Ambas as palavras são plural
Ah malandro - dizem as vossas vozes em uníssono, só bélicas é plural, lésbica é singular.
Engano vosso contraponho, é a ordem que vos está a pregar uma rasteira, pois a segunda palavra é tambem plural, somente encontra-se travestida, ou melhor alienada das regras gramaticais, por isso, em lésbica, o "s" que determina a pluralidade, saltou para o final da primeira sílaba.
Esclarecidos estes cinco pontos, voltemos a nossa atenção para a etimologia. Neste aspecto, afirmo tambem que, para além da mesma constituição, bélicas e lésbicas, possuem a mesma origem, mais, possuem ambas o mesmo significado, ou seja, pretendem ambas atingir o mesmo fim... a conquista pela submissão.
Parvo não! Ao menos deixem-me concluir, por favor. Ora!
Convido-vos então a observar o lado prático aquele onde as duas palavras se descobrem, onde se mostram tal como na realidade são.
Atendendo ao significado de bélicas, damos de nariz com guerra, nesse panorama, encontramos armas, confronto, luta. Este podemos considerar o lado oculto do significado da palavra, ou seja, as armas só se revelam só se utilizam na sua máxima expressão, só se faz uso do seu poder, em cenário de luta, de confronto. Fora isso, as armas são exibidas como argumento de poder, de força, de domínio, em paradas militares.
Olhando para lésbicas, do mesmo ponto de análise, encontramos precisamente confluência nos mesmíssimos aspectos.
A lésbica faz uso de todo o seu poder "bélico" no local oculto onde a batalha se desenrola, aí ela seduz, conquista, domina, inflige a derrota ao adversário, exibindo a máxima expressão dos seus atributos. Fora isso, exibem-se em parada quando desejam lutar pelos seus direitos à igualdade social.
Todo este arrazoado, para quê? Perguntam vocês meio-desconfiados.
Para vos pervenir, para vos aconselhar cautelas.
Soube o caso de dois fulanos, que me levaram a escrever este post.
Um deles foi assaltado por um fulano que lhe apontou uma arma na qual por sorte, se tinha esquecido de colocar balas. Resultou este assalto em que o assaltado tivesse ganho algumas escoriações, mas não tivesse perdido o carro.
O outro fulano, foi seduzido por uma belíssima mulher, que, ao entrar própriamente na parte do encontro corpo-a-corpo, o surpreendeu por uma "arma" que até ali se encontrara "guardada". A este, tambem lhe valeu o encontro algumas escoriações, mas... salvou-se a virgindade anal... segundo reza a estória oficial!?.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Aquilo Que O Meu Olhar Vê


Ha pouco, ha poucochinho, saí para o alpendre de minha casa e, voltando o olhar para oriente, para o lugar de onde o sol nasce e onde se reflectia naquele momento, fui presenteado pela natureza, que exibindo a sua natural beleza, tal e qual mulher garbosa, consciente do seu encanto me convidou a capta-la através da objectiva. Mas, como captá-la seria ínfimo, perante tão grandioso quadro, tornou-se imperativo mostrá-la, sem contudo deixar de a guardar.
Quem apreciar, delicie-se tal como eu, com este momento de magia.
Agora, enquanto escrevo estas linhas, olho através da vidraça. Aquilo que lá estava continua, mas, entre o sol e a terra, intrepuzeram-se nuvens, que impedem as plantas de brilhar e que à terra roubam o calor.
Daqui a pouco, a poucochinho, voltará a brilhar o sol e estender-se por estes campos encharcados, voltará esta bela mulher a que chamam natureza a readquirir o seu brilho o seu glamour e a sua esbelta e sensual silhueta voltarão a seduzir-me.
Não vou gastar já o rolo todo, vou guardar algumas fotografias para mais tarde.
;)))
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
O Meu deserto de Rosas
Hoje vim falar de flores... melhor, vim falar de uma flor, uma rosa a rosa do deserto!
Óh sô Sting... mande brasa por favor.
Habituámo-nos a relacionar o nome de rosa com uma planta, caracterizada por possuir raízes, caule, folhas e pétalas. (não, não me esqueci dos espinhos, mas evitei-os, não fosse picar-me neles)
Ora bem, a rosa do deserto, é uma formação calcária gerada pelo efeito das raras chuvas que ao cairem sobre a areia do deserto, fazem com que se misturem com partículas de gêsso,as quais, pelo efeito do calor escaldante solidificam, dando desse modo origem a "esculturas" em tudo semelhantes a rosas. Essas esculturas, aparecem à superfície, fruto dos fortes ventos que fustigam as areias e... quando surgem atraem a atenção e "enfeitiçam" o seu "achador".
Sem alguma vez ter tido o privilégio de passear pelo deserto, já tive contudo a oportunidade de conhecer algumas rosas, espontâneas, naturais e tão enfeitiçantes pelo singelo prefume que delas se solta, quanto uma maravilhosa rosa do deserto.
Play it again Sting...
;)))
Óh sô Sting... mande brasa por favor.
Habituámo-nos a relacionar o nome de rosa com uma planta, caracterizada por possuir raízes, caule, folhas e pétalas. (não, não me esqueci dos espinhos, mas evitei-os, não fosse picar-me neles)
Ora bem, a rosa do deserto, é uma formação calcária gerada pelo efeito das raras chuvas que ao cairem sobre a areia do deserto, fazem com que se misturem com partículas de gêsso,as quais, pelo efeito do calor escaldante solidificam, dando desse modo origem a "esculturas" em tudo semelhantes a rosas. Essas esculturas, aparecem à superfície, fruto dos fortes ventos que fustigam as areias e... quando surgem atraem a atenção e "enfeitiçam" o seu "achador".
Sem alguma vez ter tido o privilégio de passear pelo deserto, já tive contudo a oportunidade de conhecer algumas rosas, espontâneas, naturais e tão enfeitiçantes pelo singelo prefume que delas se solta, quanto uma maravilhosa rosa do deserto.
Play it again Sting...
;)))
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
De Ti...
Soltam-se flores dos teus cabelos
Quando tu passas por mim
Desses cabelos tão belos
Cheirosos como um jardim
Soltam-se dos teus lábios sorrisos
Das tuas finas mãos, estrelas
Flores, dos teus cabelos lisos
Belos, como só as coisas belas
Quando andas és miragem
Composta de fantasia
Saborosa como a aragem
Fresca da maresia
Quando te tenho em meus braços
Ou sonho que beijo teus lábios
Pétalas de rosa ou de um lilás
Que se espalham em teu regaço
Esqueço os conselhos sábios
Só de amar-te sou capaz
Quando andas, não sei se andas, se sou eu que te sonho.
Quando tu passas por mim
Desses cabelos tão belos
Cheirosos como um jardim
Soltam-se dos teus lábios sorrisos
Das tuas finas mãos, estrelas
Flores, dos teus cabelos lisos
Belos, como só as coisas belas
Quando andas és miragem
Composta de fantasia
Saborosa como a aragem
Fresca da maresia
Quando te tenho em meus braços
Ou sonho que beijo teus lábios
Pétalas de rosa ou de um lilás
Que se espalham em teu regaço
Esqueço os conselhos sábios
Só de amar-te sou capaz
Quando andas, não sei se andas, se sou eu que te sonho.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Respondendo... (ou, pensando responder)
Pretendo responder com este vídeo aos comentários que as minhas amigas tão amávelmente quiseram deixar no post anterior.
Em muitos momentos da nossa vida, sentimo-nos uma ínfima partícula de algo que desconhecemos, mas que acreditamos fazer parte de uma imensa e transcendental obra. Sentimo-nos... muitas vezes perdidos num céu pintado, ora de cores brilhantes e quentes, ora de negros e frios cinzentos.
Faz parte dessa viagem a que não nos podemos furtar e que certamente nos conduz ao crescimento pessoal, o qual só se concretizará se tiver como componente mais forte, o amor. And... at last, but in the beginning, we will find Him. Será que este Ele que buscamos incessantemente é a complitude de nós mesmo?
Será que Ele, somos nós quando completos?
Será por isso que fomos concebidos à sua imágem e nos tornaremos Nele depois de completarmos o caminho?
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
A Estrada...
Quantas estradas será necessário "palmilhar" para que um tipo se sinta um homem?
Aos 14 anos, à mesa do jantar, num mês de Março, anunciei de surpresa aos meus pais: Vou passar estes dias de férias da Páscoa a acampar!
Após alguns momentos de silêncio, a minha mãe, talvez alertada pelo sentido feminino que tudo intuí, perguntou receosa... e com quem vais?
Sózinho, respondi.
Ai filho, é muito perigoso, e para onde vais?
Isso ainda não sei, vou por aí.
Naquela época não eram ainda sonhados os telemóveis, as comunicações eram estabelecidas básicamente por telefone, por carta ou telegrama.
Passados os primeiros minutos de desconcerto, a minha mãe começou a despejar perguntas e a apresentar argumentos desencorajadores, enquanto o meu pai terminava a refeição pacatamente sem se manifestar.
Quando terminámos a refeição a minha mãe, percebendo que os argumentos não estavam a surtir efeito, perguntou a opinião ao meu pai. Ele olhou-a de frente e respondeu: Deixa-o, já tem idade para se saber orientar.
No dia da partida tinha um farnel arranjado, um dinheirinho, muita roupinha quente (porque as noites decorriam frias) e um rol de recomendações quase infindável.
Dei um beijo à minha mãe e disse-lhe sossegadamente: Não se preocupe mãe, está na altura de descobrir o mundo.
A partir daquele dia, muitas foram as saídas e regressos da e à casa paterna e materna. Muitas foram as estradas que palmilhei, muitas foram as gentes com que me cruzei, muito foi o conhecimento e a experiência que bebi de todos eles, muitas foram as partilhas.
Mas... será que me posso considerar um homem?
Algo que o mundo me ensinou a entender, foi precisamente que os caminhos são infinitos, tal como o crescimento, tal como o conhecimento, tal como amadurecimento, tal como o prazer de dar e receber.
Será que algum dia o Homem se irá achar completo?
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