Podemos sempre escutar uma canção enquanto se lê um post: http://www.youtube.com/watch?v=E5GtsPP44PA
;)
É preciso morrer e nascer de novo...
O desejo de renascer é um sentimento que nos assalta o espírito em determinados momentos da vida. É um mito que a humanidade compreendeu desde que assistiu pela primeira vez ao renascimento luxuriante de um prado, após ter sofrido o efeito devastador do fogo. Falta-nos contudo, o poder de controlar a decisão, com a garantia do sucesso final. Para tanto, diferentes características originais teríamos de possuir. Uma delas seria a ausência de capacidade de raciocínio, ou de inteligência, que nos permitisse imolar-nos, mas sobretudo que nos indicasse clara e inequivocamente o momento certo em que essa transformação deveria ocorrer.
Complicado, não é verdade?
Prevendo que um dia iríamos estar aqui a tecer considerações acerca desta evidência, a "grande consciência" equipou-nos com outro potêncial regenerador: oferecendo-nos os sentidos, aqueles que nos permitem apreciar, desejar e voltar a apreciar. Ou seja, permite-nos renascer em cada desejo, autorizando-nos a desejar um novo dia como forma de contornar a imolação pelo fogo, não necessitando de correr o risco imponderável do não-renascimento.
É que ha sementes difíceis de germinar...
;))))))
E a vida não é, existir sem mais nada
E a vida não é, dia sim dia dia não.
(mas sim)
Semear no pó... e voltar a colher!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Redacção
Quando frequentei a escola primária... era um miúdo, usava-se, mandar escrever uma redacção.
Adorava aquela coisa de escrever acerca de algo que o professor nos indicava como tema.
E escrevia que me fartava, tal como hoje, dando erros d'embarda. A maior parte deles por pura distracção, outros porque efectivamente tenho dúvidas acerca da ortografia, mas, mais do que dúvidas, tenho perguiça (ou será preguiça?) de procurar no diccionário a forma certa de escrever a palavra.
Ah mas se escreveres o texto préviamente no word, não precisas de ter trabalho a procurar no diccionário... Ah pois é, só que, se escrever no word, depois de utilizar o corrector ortográfico, vou ter de fazer copy-past, ou seja, assinalar o texto com o botão do lado direito do rato, em seguida pressionar as teclas control-c, abrir a caixa de mensagens no blog, assinalar a linha e pressionar as teclas control-v.
Ufah, que trabalheira, já viram bem?
hihihihihi
Na, não é bem pelo motivo de enfado (foi só para não voltar a escrever perguiça).
É sobretudo porque escrevo de rajada, ou seja, de seguidinha, o que conflitua com "frescuras" de composições ortográficas e gramaticais.
A que propósito é que escrevi isto?
Ora, porque me lembrei que gosto de escrever desde o tempo da instrucção primária, ou seja, práticamente desde o início do mundo!
;)
Adorava aquela coisa de escrever acerca de algo que o professor nos indicava como tema.
E escrevia que me fartava, tal como hoje, dando erros d'embarda. A maior parte deles por pura distracção, outros porque efectivamente tenho dúvidas acerca da ortografia, mas, mais do que dúvidas, tenho perguiça (ou será preguiça?) de procurar no diccionário a forma certa de escrever a palavra.
Ah mas se escreveres o texto préviamente no word, não precisas de ter trabalho a procurar no diccionário... Ah pois é, só que, se escrever no word, depois de utilizar o corrector ortográfico, vou ter de fazer copy-past, ou seja, assinalar o texto com o botão do lado direito do rato, em seguida pressionar as teclas control-c, abrir a caixa de mensagens no blog, assinalar a linha e pressionar as teclas control-v.
Ufah, que trabalheira, já viram bem?
hihihihihi
Na, não é bem pelo motivo de enfado (foi só para não voltar a escrever perguiça).
É sobretudo porque escrevo de rajada, ou seja, de seguidinha, o que conflitua com "frescuras" de composições ortográficas e gramaticais.
A que propósito é que escrevi isto?
Ora, porque me lembrei que gosto de escrever desde o tempo da instrucção primária, ou seja, práticamente desde o início do mundo!
;)
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Parado, quero avançar
Parado, quero avançar
Mas espero, paro para pensar?
Ou... penso em parar?
Não! Eu quero andar!
Hoje vou voltar
Aqui, a este lugar
Sem saber ainda o que esperar
Deste novo regressar
Vou-me sentar a olhar
Olhando o meu andar
E de quem me vem visitar
Conversando com quem quer conversar
Parado, quero avançar
Quero rir e gargalharar
Avançar por avançar
Ou... porque o caminho é andar.
;))))
Mas espero, paro para pensar?
Ou... penso em parar?
Não! Eu quero andar!
Hoje vou voltar
Aqui, a este lugar
Sem saber ainda o que esperar
Deste novo regressar
Vou-me sentar a olhar
Olhando o meu andar
E de quem me vem visitar
Conversando com quem quer conversar
Parado, quero avançar
Quero rir e gargalharar
Avançar por avançar
Ou... porque o caminho é andar.
;))))
quinta-feira, 31 de julho de 2008
A Lua e o Céu
Um de nós já não sou eu
E esta lua que nos abraça
E que até já se escondeu
Evitando o reflexo do nosso olhar
Ciumenta de um amor que a alvoraça
Porque, presa ao firmamento, assim nos vê arrolhar
Serena noite de luar
Em que a brisa morna como beijos, passa
Parecendo não nos querer tocar
Porque sabe que o meu corpo e o teu
São desejo, lume e brasa
Que só se acalma e se extingue no teu céu
E esta lua que nos abraça
E que até já se escondeu
Evitando o reflexo do nosso olhar
Ciumenta de um amor que a alvoraça
Porque, presa ao firmamento, assim nos vê arrolhar
Serena noite de luar
Em que a brisa morna como beijos, passa
Parecendo não nos querer tocar
Porque sabe que o meu corpo e o teu
São desejo, lume e brasa
Que só se acalma e se extingue no teu céu
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Stolen Memories
Dedicado à minha amiga Silence do "http://wordsnever-tell-u.blogspot.com/" pelo seu post com o título plagiado.
;)
Sento-me ao piano e vou... recordando as imagens de uma vida.
Sinto a tua presença ao meu lado e de novo o aroma dos teus cabelos invade-me os sentidos, tão real e suave como quando nos sentávamos no nosso rochedo da praia olhando o mar imenso.
Fomos jovens e o nosso amor não conheceu limites temporais, somente os sentidos e as emoções governaram os nossos desejos e nem o espaço físico nos limitou. Quando nos amávamos fomos aves conquistando o espaço, fomos cavalos alados galopando o infinito, fomos estrelas que brilharam num universo privado.
Dizem-me esta casa vazia e os objectos empoeirados que já partiste ha muito...
Só eu sei que não é completamente verdade. Ainda te vejo sentada no terraço do jardim, lendo, ou de olhar perdido no espaço das memórias, ou poisado nos ramos das roseiras que carinhosamente continuo a tratar com desvelo para ti.
Fico muitos dias olhando para ti não me atrevendo a penetrar nesse teu mundo fantástico, respeitando a distância entre o teu espaço etéreo e o meu, material, mas tão irreal quanto o teu, tão inatingível para mim.
Queria poder voltar a tocar-te, a acariciar de novo o teu rosto o teu corpo, queria poder beijar-te outra vez, mais vezes, milhões de vezes... queria dar-te ainda e receber de ti a infinidade de beijos que ficaram por dar, queria poder voltar a ter-te nos meus braços...
Sento-me ao piano e vou... dedilhando uma saudosa melodia , um hino, uma prece acompanhada com um verso de Camões: E... se lá no assento etéreo onde subiste... memória desta vida se consente... pede a Deus, que teus anos encurtou... que tão cedo de cá me leve a ver-te, quão cedo de meus braços te levou...
;)
Sento-me ao piano e vou... recordando as imagens de uma vida.
Sinto a tua presença ao meu lado e de novo o aroma dos teus cabelos invade-me os sentidos, tão real e suave como quando nos sentávamos no nosso rochedo da praia olhando o mar imenso.
Fomos jovens e o nosso amor não conheceu limites temporais, somente os sentidos e as emoções governaram os nossos desejos e nem o espaço físico nos limitou. Quando nos amávamos fomos aves conquistando o espaço, fomos cavalos alados galopando o infinito, fomos estrelas que brilharam num universo privado.
Dizem-me esta casa vazia e os objectos empoeirados que já partiste ha muito...
Só eu sei que não é completamente verdade. Ainda te vejo sentada no terraço do jardim, lendo, ou de olhar perdido no espaço das memórias, ou poisado nos ramos das roseiras que carinhosamente continuo a tratar com desvelo para ti.
Fico muitos dias olhando para ti não me atrevendo a penetrar nesse teu mundo fantástico, respeitando a distância entre o teu espaço etéreo e o meu, material, mas tão irreal quanto o teu, tão inatingível para mim.
Queria poder voltar a tocar-te, a acariciar de novo o teu rosto o teu corpo, queria poder beijar-te outra vez, mais vezes, milhões de vezes... queria dar-te ainda e receber de ti a infinidade de beijos que ficaram por dar, queria poder voltar a ter-te nos meus braços...
Sento-me ao piano e vou... dedilhando uma saudosa melodia , um hino, uma prece acompanhada com um verso de Camões: E... se lá no assento etéreo onde subiste... memória desta vida se consente... pede a Deus, que teus anos encurtou... que tão cedo de cá me leve a ver-te, quão cedo de meus braços te levou...
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Estaria ela onde eu a via?
Alberta, lânguida, acercou-se para me anunciar que o almoço iria ser servido dentro de cinco minutos. Em seguida, afastou-se sem mais palavras, deixando prendurada nos meus olhos a imagem das suas nádegas firmes subindo e descendo alternadamente, acompanhando o rítmo dos passos que a afastavam.
Poisei na mesa ao lado do sofá o livro que antes lera e, deixei que a absorção dos pensamentos me tranformasse instantâneamente num viajante ao reino efemero dos sonhos.
O comer começa a arrefecer e depois perde toda a graça, ouvi a voz de Alberta sentenciar enquanto emergia daquela saborosa letargia.
Não mexi um único músculo, tentando que aquele momento de puro prazer se prolongasse mas, notei contudo que a presença de Alberta se mantinha a meu lado, muito próxima, sentinela atenta, exigindo que me movesse à sua ordem de comando.
Rodei a cabeça na sua direcção e observei-lhe directamente o rosto, nunca durante dez anos o havia feito daquele modo. Senti uma vertingem brusca, ao poisar o olhar na face de Alberta , que se apresentava serena, diligente, meiga até, apesar de ligeiramente inquisitória e me olhava tambem directamente nos olhos.
Vamos? perguntou Alberta estendendo-me a sua mão esquerda, convidando-me a segui-la, rodando sobre si mesma no sentido da sala de jantar.
Levantei-me sem pressa, tentando reconhecer se a sensação de flanar era real, ou mera sugestão. Deu um só passo e voltou-se de novo, agora o seu rosto oferecia-me um sorriso resplandecente. Segurei-lhe a mão com firmeza e dei o passo que nos separava, colocando o meu corpo junto ao dela e, sem desviar os meus olhos dos seus um só milímetro, aproximei os lábios das pétalas carmim já entreabertas que Alberta abandonava ao desejo do meu beijo sôfrego.
Poisei na mesa ao lado do sofá o livro que antes lera e, deixei que a absorção dos pensamentos me tranformasse instantâneamente num viajante ao reino efemero dos sonhos.
O comer começa a arrefecer e depois perde toda a graça, ouvi a voz de Alberta sentenciar enquanto emergia daquela saborosa letargia.
Não mexi um único músculo, tentando que aquele momento de puro prazer se prolongasse mas, notei contudo que a presença de Alberta se mantinha a meu lado, muito próxima, sentinela atenta, exigindo que me movesse à sua ordem de comando.
Rodei a cabeça na sua direcção e observei-lhe directamente o rosto, nunca durante dez anos o havia feito daquele modo. Senti uma vertingem brusca, ao poisar o olhar na face de Alberta , que se apresentava serena, diligente, meiga até, apesar de ligeiramente inquisitória e me olhava tambem directamente nos olhos.
Vamos? perguntou Alberta estendendo-me a sua mão esquerda, convidando-me a segui-la, rodando sobre si mesma no sentido da sala de jantar.
Levantei-me sem pressa, tentando reconhecer se a sensação de flanar era real, ou mera sugestão. Deu um só passo e voltou-se de novo, agora o seu rosto oferecia-me um sorriso resplandecente. Segurei-lhe a mão com firmeza e dei o passo que nos separava, colocando o meu corpo junto ao dela e, sem desviar os meus olhos dos seus um só milímetro, aproximei os lábios das pétalas carmim já entreabertas que Alberta abandonava ao desejo do meu beijo sôfrego.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Experiência... 1, 2, 3, experiência...
Tive hoje a minha primeira experiência Omo sexual!!!
Não percebo porquê o vosso olhar de admiração e estranheza!?
Aliás, já ouvi muito boa gente afirmar que em matéria de descoberta sexual, andamos todos sedentos de novas experiências, muitas vezes, tolhe-nos o preconceito e (ou) os princípios morais, sociais, bla, bla, bla.
Mas, tal como afirmei ali atrás... não tirem conclusões apressadas... não é nesse atrás, é ali... 5 linhas atrás, bom, tal como afirmei, de um mero acaso, ou seja, de uma situação absolutamente inesperada, ocorreu a minha primeira experiência Omo sexual, eu conto...
Ficou-me dos tempos de O x ford, o habito adquirido de lavar a roupa interior do dia anterior (ou seria a roupa anterior do dia interior?) durante o banho matinal.
É! Todos os dias tomo um bom banho de imersão, mais ou menos prolongado, mas sempre sem excepção, altamente relaxante e revigorante e, vá-se lá saber porque carga de água, aproveito e no final lavo a bela da cuequita que fica invariávelmente a secar, depois de convenientemente torcida, no varão inferior do toalheiro (estou a maça-los com tantos promenores?).
Voltando a O x ford, ou melhor, desde esses tempos que ensaboo a cueca com o mesmo sabonete ou gel de banho com que ensaboo o corpinho, este corpinho lindo, onde os músculos se deliníam excelentemente, fazendo lembrar uma estátua grega.
Porem, hoje, ao dar início ao banho diário, notei que me faltavam tanto o sabonete como o gel e, já de banheira cheia, decidi procurar alternativa. Rebusquei nos armários e encontrei unicamente os detergentes da roupa e da loiça. Optei pelo da roupa, o da loiça faz imensa espuma, o que levaria a que a esta hora ainda estivesse a tentar retirar aquela película escorregadia da pele.
Assim, peguei no pacote do Omo e corri desenfreado para a banheira que me aguardava ostentando aquele jeitinho de corpo de mulher, onde o desejo brilha em cada poro e a que um rapaz possuidor de um corpinho lindo, onde os músculos se deliníam excelsamente, fazendo lembrar uma estátua grega (ha aqui alguma coisa que me soa a dejá-vue), não consegue resistir.
Entrei, sentei-me, deitei-me, mergulhei a cabeça na água morna-quente e senti o corpo e os sentidos serem invadidos por uma sensação de lascívia e ausência de peso.
Arrancou-me daquele doce torpôr o arrefecimento da àgua, lembrando-me que tinha chegado a hora de dar início ao ritual habitual, adquirido em O x ford.
Sentei-me de novo, abri as pernas, peguei a cueca numa mão, o pacote do Omo na outra (ou foi a cueca na outra e o Omo na uma?), despejei um pouco de pó sobre a cueca, mergulhei-a e dei início à competente esfrega.
Rápidamente cresceu uma espuma abundante , que fez com que a parte dos meus punhos que roçavam as minhas pernas, me provocassem uma sensação voluptuosa. Esta sensação cresceu imensamente, fazendo com que me esquecesse das cuecas e abandonasse a lavagem, passando a dedicar toda a minha atenção àquele membro lindo, onde os músculos se deliníam excelsamente, fazendo lembrar... ai caramba... agora esqueci-me o que é que aqueles músculos me lembram, bem, adiante... onde é que eu ia? Ah... ía já quase a entrar na zona do red line, pois.
E foi assim mesmo que sucedeu a minha primeira experiência Omo sexual. Mas posso garantir-lhes que o slogan da marca é anganoso, constatei que afinal o Omo não deixa "tudo" mais branco, pelo menos no meu caso, aquele tom de pele moreno, lindo, excelso, a fazer-me recordar constantemente os sussurros e gemidos das minhas namoradas em O x ford, mantem-se.
O x ford, foi o meu primeiro carro, um ford escort todo tunnig, encarnado, com um big "x" pintado no tejadilho a branco e um banco traseiro muito espaçoso.
Oh Yeah!!!!!
Não percebo porquê o vosso olhar de admiração e estranheza!?
Aliás, já ouvi muito boa gente afirmar que em matéria de descoberta sexual, andamos todos sedentos de novas experiências, muitas vezes, tolhe-nos o preconceito e (ou) os princípios morais, sociais, bla, bla, bla.
Mas, tal como afirmei ali atrás... não tirem conclusões apressadas... não é nesse atrás, é ali... 5 linhas atrás, bom, tal como afirmei, de um mero acaso, ou seja, de uma situação absolutamente inesperada, ocorreu a minha primeira experiência Omo sexual, eu conto...
Ficou-me dos tempos de O x ford, o habito adquirido de lavar a roupa interior do dia anterior (ou seria a roupa anterior do dia interior?) durante o banho matinal.
É! Todos os dias tomo um bom banho de imersão, mais ou menos prolongado, mas sempre sem excepção, altamente relaxante e revigorante e, vá-se lá saber porque carga de água, aproveito e no final lavo a bela da cuequita que fica invariávelmente a secar, depois de convenientemente torcida, no varão inferior do toalheiro (estou a maça-los com tantos promenores?).
Voltando a O x ford, ou melhor, desde esses tempos que ensaboo a cueca com o mesmo sabonete ou gel de banho com que ensaboo o corpinho, este corpinho lindo, onde os músculos se deliníam excelentemente, fazendo lembrar uma estátua grega.
Porem, hoje, ao dar início ao banho diário, notei que me faltavam tanto o sabonete como o gel e, já de banheira cheia, decidi procurar alternativa. Rebusquei nos armários e encontrei unicamente os detergentes da roupa e da loiça. Optei pelo da roupa, o da loiça faz imensa espuma, o que levaria a que a esta hora ainda estivesse a tentar retirar aquela película escorregadia da pele.
Assim, peguei no pacote do Omo e corri desenfreado para a banheira que me aguardava ostentando aquele jeitinho de corpo de mulher, onde o desejo brilha em cada poro e a que um rapaz possuidor de um corpinho lindo, onde os músculos se deliníam excelsamente, fazendo lembrar uma estátua grega (ha aqui alguma coisa que me soa a dejá-vue), não consegue resistir.
Entrei, sentei-me, deitei-me, mergulhei a cabeça na água morna-quente e senti o corpo e os sentidos serem invadidos por uma sensação de lascívia e ausência de peso.
Arrancou-me daquele doce torpôr o arrefecimento da àgua, lembrando-me que tinha chegado a hora de dar início ao ritual habitual, adquirido em O x ford.
Sentei-me de novo, abri as pernas, peguei a cueca numa mão, o pacote do Omo na outra (ou foi a cueca na outra e o Omo na uma?), despejei um pouco de pó sobre a cueca, mergulhei-a e dei início à competente esfrega.
Rápidamente cresceu uma espuma abundante , que fez com que a parte dos meus punhos que roçavam as minhas pernas, me provocassem uma sensação voluptuosa. Esta sensação cresceu imensamente, fazendo com que me esquecesse das cuecas e abandonasse a lavagem, passando a dedicar toda a minha atenção àquele membro lindo, onde os músculos se deliníam excelsamente, fazendo lembrar... ai caramba... agora esqueci-me o que é que aqueles músculos me lembram, bem, adiante... onde é que eu ia? Ah... ía já quase a entrar na zona do red line, pois.
E foi assim mesmo que sucedeu a minha primeira experiência Omo sexual. Mas posso garantir-lhes que o slogan da marca é anganoso, constatei que afinal o Omo não deixa "tudo" mais branco, pelo menos no meu caso, aquele tom de pele moreno, lindo, excelso, a fazer-me recordar constantemente os sussurros e gemidos das minhas namoradas em O x ford, mantem-se.
O x ford, foi o meu primeiro carro, um ford escort todo tunnig, encarnado, com um big "x" pintado no tejadilho a branco e um banco traseiro muito espaçoso.
Oh Yeah!!!!!
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