Rasgo a pele, querendo arrancar as marcas profundas que em mim deixaste.
Mas persiste em mim o teu perfume, não me sai dos lábios o doce dos teus beijos.
Não morre no meu peito, no meu ventre, no meu sexo, o desejo de ti.
Não se apaga a memória do som dos teus gemidos.
Ecoam ainda vibrantes nesta casa as palavras com que te despediste.
Adeus meu amor!!
terça-feira, 3 de junho de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
Naturalmente!!??
Salvador Dali, disse um dia: Entre a Natureza e mim está em curso uma grande batalha, porque eu tenho de melhorar a Natureza. Eu diria que o objectivo de controlar e "melhorar" a Natureza, tem sido a "pedra filosofal" da maioria dos cientistas. Todos aqueles que até aos nossos dias desenvolveram fórmulas que conduziram à descoberta processos tecnológicos, visaram com isso tornar a vida humana mais prática, mais veloz, mais confortável, em suma, num processo natural, tentaram modificar a Natureza no seu rumo original.
Pensemos: Se acontecesse um súbito cataclísmo universal, manter-se-íam para além dele esses conhecimentos e essas descobertas, ou seria novamente a lei da Natureza a comandar os destinos do Homem?
;))
Pensemos: Se acontecesse um súbito cataclísmo universal, manter-se-íam para além dele esses conhecimentos e essas descobertas, ou seria novamente a lei da Natureza a comandar os destinos do Homem?
;))
sexta-feira, 16 de maio de 2008
O Tempo!
Hoje, apetece-me filosofar um pouco...
O Tempo!
De entre tudo aquilo que consideramos natural, o tempo é inegávelmente, aquilo que, sendo abstracto, compõe, condiciona, ou regula, todos os momentos da nossa vida.
Momentos!
Espaços, mais ou menos curtos, que por indefiníveis razões, ou motivos, dividem o tempo e tornam-no memorável.
O tempo é atribuído de modo igual, mas, partilhado de maneiras diferentes e aproveitado, usado, ou gasto de infinitas formas, mesmo que, de forma nenhuma.
O tempo!
Alquímia da existência, sequência de hiatos, preenchidos pela presença dos sentidos.
Reformulemos então a expressão "Penso, logo... existo" digamos que... Se recordo o tempo, então...conheço os momentos, assim sendo, a nova expressão passa a ser: " Conheço, logo... sou tempo"
;)))))
O Tempo!
De entre tudo aquilo que consideramos natural, o tempo é inegávelmente, aquilo que, sendo abstracto, compõe, condiciona, ou regula, todos os momentos da nossa vida.
Momentos!
Espaços, mais ou menos curtos, que por indefiníveis razões, ou motivos, dividem o tempo e tornam-no memorável.
O tempo é atribuído de modo igual, mas, partilhado de maneiras diferentes e aproveitado, usado, ou gasto de infinitas formas, mesmo que, de forma nenhuma.
O tempo!
Alquímia da existência, sequência de hiatos, preenchidos pela presença dos sentidos.
Reformulemos então a expressão "Penso, logo... existo" digamos que... Se recordo o tempo, então...conheço os momentos, assim sendo, a nova expressão passa a ser: " Conheço, logo... sou tempo"
;)))))
quarta-feira, 14 de maio de 2008
O Mar De Novo - De Novo O Mar!
Pousam-me os olhos, sobre
Esse mar sereno
Enche-se o mundo, pobre
De desejo pleno
Completa-se o sonho, quieto
Nesse horizonte eterno
Astro pungente, amuleto
Planeta etereo, corpo morno
Pousam-me os olhos sobre esse mar
Exalta-se em mim o desejo
A vontade imensa de te amar
De afogar todo este amor num só beijo
Esse mar sereno
Enche-se o mundo, pobre
De desejo pleno
Completa-se o sonho, quieto
Nesse horizonte eterno
Astro pungente, amuleto
Planeta etereo, corpo morno
Pousam-me os olhos sobre esse mar
Exalta-se em mim o desejo
A vontade imensa de te amar
De afogar todo este amor num só beijo
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Oh Mar ! (a pedido da Slim)
Oh Mar!...
Tu que conheces o encanto e o pranto,
que cobres tanta terra como um manto.
Que imenso, tocas o céu , no horizonte,
Diz-me mar... onde fica a tua fonte?
És tu oh mar!...
Onde os homens se agigantam e se perdem
Onde se encontram, ou se ajoelham
Senhores dos sonhos e das brumas
Ligando os mundos como estradas
Diz-me mar...
É do homem que te vem essa força com que o esmagas?
Tu que conheces o encanto e o pranto,
que cobres tanta terra como um manto.
Que imenso, tocas o céu , no horizonte,
Diz-me mar... onde fica a tua fonte?
És tu oh mar!...
Onde os homens se agigantam e se perdem
Onde se encontram, ou se ajoelham
Senhores dos sonhos e das brumas
Ligando os mundos como estradas
Diz-me mar...
É do homem que te vem essa força com que o esmagas?
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Shinning On !!!
Numa tarde tão brilhante como hoje,
Confinado a um espaço desta esfera
voam horas, desse tempo que me foge
Suspensão frágil, longa, de uma espera
Sentindo o mundo girar em meu redor
O sabor velho das memórias, das paixões
Recordo o dia, o momento, o ardor
Em que selámos e jurámos ilusões
Revejo os caminhos e atalhos percorridos
Lembro sorrindo, o sabor doce desta vida
Mantem-se ainda nos teus olhos um brilho lindo
Que me encoraja a buscar na paragem, uma partida
Confinado a um espaço desta esfera
voam horas, desse tempo que me foge
Suspensão frágil, longa, de uma espera
Sentindo o mundo girar em meu redor
O sabor velho das memórias, das paixões
Recordo o dia, o momento, o ardor
Em que selámos e jurámos ilusões
Revejo os caminhos e atalhos percorridos
Lembro sorrindo, o sabor doce desta vida
Mantem-se ainda nos teus olhos um brilho lindo
Que me encoraja a buscar na paragem, uma partida
domingo, 20 de abril de 2008
Ora favas... grãos...favas... grãos...
Este ano, os sacanas dos coelhos roeram-me as favas todas e, se digo todas, acreditem que não exagero. Todas as vagens têm um grão roído, aquele que está voltado para baixo. Porem, não esta tudo perdido, é! Como devem saber, cada vagem, produz em media, 4 grãos, ou 4 favas se preferirem, o que matemáticamente se traduz do seguinte modo: 4x25 = 100, quer dizer então que às 25 vagens correspondem 100 grãos, ou favas, como desejarem. Ora, se a coelhada "mamou" um grão em cada vagem, quer dizer que às 25 vagens, ficam a faltar 25 grãos, ou seja, em 100 grãos que deveriam produzir as 25 vagens, faltam 25 favas, ou grãos, o que nos leva a avaliar o prejuízo da colheita em 25%. Estas contas estariam certíssimas se um outro factor não fosse tomado em linha de conta. O factor de que falo, tem a ver com a sustentação e equilíbrio das espécies. Antes de eu decidir morar no campo, já existiam coelhos e, desconfio muito que, depois de eu passar a "morar" sob o campo, irão continuar a existir coelhos, uma vez que os danados, se alimentam tambem das favinhas que eu semeio, devo concluir que: para que este equilíbrio perdure, é necessário que faça sempre conta com os coelhos, quando semeio as favinhas. Dirme-ão... ouve lá, óh chouriço... e porque é que não montas umas armadilhas e apanhas uns coelhos?
A verdade, meus queridos e queridas, é que eu prefiro vê-los aos pulinhos em frente à minha janela, enquanto tomo o meu pequeno almoço refastelado à mesa da cozinha. São giríssimos, dão umas corridas completamente alienadas, param, levantam as patitas da frente e coçam-se, olham para todos os lados com as orelhitas espetadas, roem uma erva, ou uma fava, ou uma folha de cove, voltam a dar outra corrida, desaparecem, voltam a aparecer, é uma brincadeira pegada.
Portanto, é razoável que lhes pague estes números acrobáticos, semeando umas favitas a contar com eles... é justo!!!
;))))
A verdade, meus queridos e queridas, é que eu prefiro vê-los aos pulinhos em frente à minha janela, enquanto tomo o meu pequeno almoço refastelado à mesa da cozinha. São giríssimos, dão umas corridas completamente alienadas, param, levantam as patitas da frente e coçam-se, olham para todos os lados com as orelhitas espetadas, roem uma erva, ou uma fava, ou uma folha de cove, voltam a dar outra corrida, desaparecem, voltam a aparecer, é uma brincadeira pegada.
Portanto, é razoável que lhes pague estes números acrobáticos, semeando umas favitas a contar com eles... é justo!!!
;))))
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