Como bem se recordarão, Balbina III, terminou com a seguinte frase... "Sem que Braclané tivesse pressentido, Bela Racha assiste silenciosa, num canto recôndito do quarto, ao desenrolar de todos estes acontecimentos..."
Iremos hoje dedicar-nos um pouco a conhecer as origens desta fiel e discreta serviçal. Bela Racha é uma jovem de 23 anos, rapariga trigueira nascida nas agreste terras das beiras interiores, no seio de uma família paupérrima, que partilhava com 7 irmãos, todos homens.
Iremos hoje dedicar-nos um pouco a conhecer as origens desta fiel e discreta serviçal. Bela Racha é uma jovem de 23 anos, rapariga trigueira nascida nas agreste terras das beiras interiores, no seio de uma família paupérrima, que partilhava com 7 irmãos, todos homens.
A casa onde Bela Racha nasceu, pouco mais era que um mísero casebre, obrigando a que todos os filhos dormissem envolvidos na palha do estábulo, juntamente com os animais.
Certa noite de inverno, em que o frio se fazia sentir tão intensamente que não permitia que a Bela Racha adormecesse, estranhos ruídos, semelhantes a profundos e semi-abafados gemidos, chamaram a sua atenção para um canto do estábulo. Atraída pela intensidade dos gemidos, acompanhados do balido de uma ovelha, Bela Racha, abandonando o velho cobertor em que envolvia o corpo, rastejou silenciosamente na direcção do magnético canto. Chegando a escassa distância, notou iluminada por uma nesga de luz da lua que entrava por uma janelinha do estábulo, a silhueta do seu mano Maço Fortes, que em movimentos frenéticos, de calças arreadas, agarrado aos quartos traseiros da ovelha Amância, gemia e grunhia que nem reco quando chega a altura de ser capado. A cena surpreendeu Bela Racha, que por momentos ficou estática, sem compreender o que se estaria ali a passar. Quando tudo terminou e o mano Fortes abandonando a Amância subiu de novo as calças, Bela Racha notou que algo muito comprido, pendia por sob o ventre do mano. Nesse momento esqueceu quase por completo o intrigante acontecimento com a ovelha e o seu pensamento fixou-se somente naquela imagem que nunca vira. Logo que se vestiu, o mano Fortes deitou-se na palha, enroscadinho na ovelha Amância e adormeceu de imediato. Bela racha quedou-se ainda por longas horas, sem que o sono lhe entorpecesse os sentidos.
A partir daquela noite, Bela Racha, passou a esperar ansiosamente que a cena se repetisse e para seu espanto, constatou logo 2 dias depois que todos os seus manos praticavam a mesma "operação" com as várias ovelhas do rebanho. Então, uma noite Bela Racha, inspirada pelo ar de satisfação que os rostos dos manos exibiam, sempre que praticavam com as ovelhinhas, decidiu que iria também ela experimentar, mas rapidamente percebeu a impossibilidade de o fazer, pois não possuía o mesmo que os manos, pendurado sob o ventre. Uma súbita angústia lhe invadiu o espírito e por várias noites chorou em silêncio emvolta no seu velho cobertor, perguntando a si mesma, que mal teria feito para não possuir aquilo que os manos possuíam?
Aquele inverno passou, a primavera seguinte também e Bela Racha definhava de desconsolo consigo mesma e não poucas vezes se achou a si mesma, observando as suas partes íntimas e puxando por aquilo que encontrava mais saliente, na esperança sempre gorada de fazer com que algo semelhante ao dos manos, lhe viesse a crescer.
Porém, numa tarde de estio em que se encontrava dormitando na frescura do palheiro, notou que o seu burro Jeremias estava diferente. Algo semelhante àquilo que pendia dos manos, mas muito maior, badalava sob a barriga do Jeremias. Ergueu-se de um pulo e aproximou-se curiosa do seu querido burro, de forma a observar de mais perto aquele prodígio. Jeremias encontrava-se imóvel, de olhos semi-cerrados, como que dormindo em pé e aquela enorme excrescência não parava de badalar, como que hipnotizando o olhar de Bela Racha. Levada por um impulso incontrolável, Bela racha ajoelhou-se ao lado do seu amigo Jeremias e sem perceber porquê, segurou com as duas mãos o enorme badalo do burrinho. Jeremias continuava imóvel e Bela Racha, sempre mais curiosa, levava a sua exploração mais adiante, apreciando a suavidade da pela do membro, em contraste com o restante corpo de Jeremias, notando ainda o calor que emanava, e a rijeza agradável. Bela Racha sentia aquele membro a palpitar nas suas mãos, como se tivesse vida própria e um novo impulso instigou-a a levar o membro do Jeremias aos lábios. Oh que ditosa sensação, seu corpo estremeceu por completo e iria jurar que o corpo de Jeremias estremeceu também. Nesse momento uma intensa sensação de amor pelo seu burro invadiu-a por completo e a sua boca abriu-se o mais possível com o desejo irreprimível de guardar dentro dela o palpitante membro de Jeremias. Não foi fácil, mas após duas tentativas, Bela Racha conseguiu aquilo que de início lhe pareceu impossível. E foi indescritível a sensação de ter dentro da sua boca o membro quente, macio e rijo de Jeremias. Desejou que aquele momento fosse eterno, e que pudesse sentir aquela imensa sensação de alegria incontida para o resto da vida. Sem retirar o membro de Jeremias de dentro da boca, Bela Racha sentou-se por baixo do seu lindo burrinho e então, numa posição mais cómoda, sentiu o desejo de sugar aquele membro que a enchia de tanta satisfação. Se bem pensou, melhor o fez e quanto mais chupava, mais intensa e irreprimível sentia a vontade de continuar a chupar. Estava Bela Racha edílicamente entregue a tão agradável tarefa, quando de súbito algo de estranho sucedeu. Sentiu que repentinamente uma torrente líquida, muito quente lhe invadiu a garganta, fazendo quase com que se engasgasse. Rapidamente retirou o membro de Jeremias de dentro da boca, verificando que de dentro dele se soltava por impulsos, um jacto de um líquido viscoso de aroma acre que lhe escorria por todo o rosto e lhe provocava uma sensação mista de euforia e de espanto...