Eu sou!
Não tenho duvidas que sou!
Com toda a garantia, posso afirmar que sou!
Se eu não fosse, todos vocês não seriam também, logo, se vocês são, eu também sou, ou seja, a garantia de eu ser, é a de vocês serem.
Aquilo que quero ser, é o projecto continuado daquilo que sou, hoje. Como cantava Jeanis Joplin... o futuro não existe, o ontem não existe... it's always the same fuk'in day man.
Mas... Sting, aquele rapaz que foi Police, também afirmou... be your self, no mether what they say.
Como não sou capaz de inventar nada e até novos dados, vou-me apoiando no princípio do Yin e do Yan, vou pondo um pezinho à frente do outro, um de cada vez, tentando não tropeçar.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
terça-feira, 10 de abril de 2007
A Força do Olhar
Olhei-te, deixei de pensar,
passou o tempo,
fiquei a olhar.
Olhaste também e aí eu senti,
que algo entre nós
Devia existir
Numa atracção natural juntámos o olhar,
sentimos então,
estarmos a amar
Quisemos falar, não havia o que dizer,
ficámos a olhar,
até ao entardecer.
Aí...nessa altura, cansados de olhar,
juntámos os lábios,
quisemos amar.
Senti o teu corpo, sentiste o meu,
em poucos instantes,
estávamos no céu.
E pensámos que juntos,
voávamos pelo ar.
E quando pousámos,
descobrimos no olhar
a força de amar.
passou o tempo,
fiquei a olhar.
Olhaste também e aí eu senti,
que algo entre nós
Devia existir
Numa atracção natural juntámos o olhar,
sentimos então,
estarmos a amar
Quisemos falar, não havia o que dizer,
ficámos a olhar,
até ao entardecer.
Aí...nessa altura, cansados de olhar,
juntámos os lábios,
quisemos amar.
Senti o teu corpo, sentiste o meu,
em poucos instantes,
estávamos no céu.
E pensámos que juntos,
voávamos pelo ar.
E quando pousámos,
descobrimos no olhar
a força de amar.
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Marca Indelével
Ainda que o sol brilhe,
sinto que a chuva e o frio,
invadem o meu coração
Mesmo quando as nuvens
já tenham desaparecido.
Fica a mesma sensação
Ainda que me mostres
a vã razão para lutar,
já não tenho aquela força
Quando olho as minhas mãos
e penso em sobreviver,
sinto que o mundo é uma farsa
Mas mesmo assim os teus olhos,
mantêm-me a esperança acesa
para encontrar a paixão
E mesmo que digas que não,
são os teus lábios que falam
e nunca o teu coração.
sinto que a chuva e o frio,
invadem o meu coração
Mesmo quando as nuvens
já tenham desaparecido.
Fica a mesma sensação
Ainda que me mostres
a vã razão para lutar,
já não tenho aquela força
Quando olho as minhas mãos
e penso em sobreviver,
sinto que o mundo é uma farsa
Mas mesmo assim os teus olhos,
mantêm-me a esperança acesa
para encontrar a paixão
E mesmo que digas que não,
são os teus lábios que falam
e nunca o teu coração.
sábado, 31 de março de 2007
Hoje
Hoje, vim aqui para escrever,
conversar com vossas mercês
e para deixar transparecer
alguns quês e seus porqês
Algumas manhas e deixas
uns truques e fantasistas.
Não vou maça-los com queixas
nem vou falar de conquistas.
Vou sim, falar de alquímia,
e da pedra filosofal
que transforma todo o dia
a vida num festival
Essa pedra é um tesouro
bem difícil de encontrar
Não tem preço, e vale ouro
mas não se pode comprar
Como já devem saber
falo de amor e paixão
Que nasce dentro do ser
em qualquer ocasião
Ha que procurar esse bem
Rebuscando sem cessar
e quando se encontre alguem
dá-se-lhe a pedra a guardar
conversar com vossas mercês
e para deixar transparecer
alguns quês e seus porqês
Algumas manhas e deixas
uns truques e fantasistas.
Não vou maça-los com queixas
nem vou falar de conquistas.
Vou sim, falar de alquímia,
e da pedra filosofal
que transforma todo o dia
a vida num festival
Essa pedra é um tesouro
bem difícil de encontrar
Não tem preço, e vale ouro
mas não se pode comprar
Como já devem saber
falo de amor e paixão
Que nasce dentro do ser
em qualquer ocasião
Ha que procurar esse bem
Rebuscando sem cessar
e quando se encontre alguem
dá-se-lhe a pedra a guardar
quinta-feira, 29 de março de 2007
Ao Mundo Blogger
Lanço-me em amplexos vazios pelo mundo dos blog. Pretendo encaixar como peça de puzzle, num espaço, onde reconheça o reflexo de mim, dos meus pensamentos, das conclusões a que julgo ter chegado. Mas encontro a lógica do ilógico implantada nos conceitos que se pretendem ver entendidos pelos restantes viajantes. Extraordinário é perceber que nesses vazios amplexos, encontro espaços preenchidos com essências, com supremos momentos de entendimento mútuo. E então reflicto: A virtualidade compõe a realidade, a negação da concordância culmina como vértice de pirâmide com o desejo motivador de entender.
sexta-feira, 23 de março de 2007
Fabula...Fabulosa
Sete fadas me levaram
Suavemente num sonho
Em três lagos me banharam
Num ambiente risonho
Em nove bosques me sararam
Dançaram-me ao luar.
Dum sonho me acordaram
Profundo, feito mar
Depositaram-me no orvalho
Sobre violetas em molhos
À nona semana renascia.
Ao abrir os olhos,
numa manhã de poalho
Eras tu que eu via
Dei-me ao mundo com amor
Mas o mundo me tragou.
Dei-me a ti com alegria
Dei-me ao amor que te roubou.
Bebeste-me em cálices de pedra!
Suavemente num sonho
Em três lagos me banharam
Num ambiente risonho
Em nove bosques me sararam
Dançaram-me ao luar.
Dum sonho me acordaram
Profundo, feito mar
Depositaram-me no orvalho
Sobre violetas em molhos
À nona semana renascia.
Ao abrir os olhos,
numa manhã de poalho
Eras tu que eu via
Dei-me ao mundo com amor
Mas o mundo me tragou.
Dei-me a ti com alegria
Dei-me ao amor que te roubou.
Bebeste-me em cálices de pedra!
segunda-feira, 19 de março de 2007
ENCONTREI-TE!
Encontrei-te, saías de um beco escuro
Trazias na mão a vida inanimada
No peito arfante, um quadro duro
No olhar sombrio, uma vida acabada
Olhaste-me sem me ver
Arrastavas pelo chão
As tiras do teu sofrer
E nem me ouviste dizer
Que estava ali a minha mão
Que podia amparar o teu morrer
Mas de onde tu vinhas
Não se via a luz.
Não havia almas
Era sempre aquela cruz
O grito da dor que adivinhas
Só depois da noite te acalmas
E eu ali, na esquina
Entrego-te metade de mim
Para gastares como fumo
Em manhã de neblina
Ou para te dar novo rumo
Salvando-me ao teu fim
Trazias na mão a vida inanimada
No peito arfante, um quadro duro
No olhar sombrio, uma vida acabada
Olhaste-me sem me ver
Arrastavas pelo chão
As tiras do teu sofrer
E nem me ouviste dizer
Que estava ali a minha mão
Que podia amparar o teu morrer
Mas de onde tu vinhas
Não se via a luz.
Não havia almas
Era sempre aquela cruz
O grito da dor que adivinhas
Só depois da noite te acalmas
E eu ali, na esquina
Entrego-te metade de mim
Para gastares como fumo
Em manhã de neblina
Ou para te dar novo rumo
Salvando-me ao teu fim
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