Ainda que o sol brilhe,
sinto que a chuva e o frio,
invadem o meu coração
Mesmo quando as nuvens
já tenham desaparecido.
Fica a mesma sensação
Ainda que me mostres
a vã razão para lutar,
já não tenho aquela força
Quando olho as minhas mãos
e penso em sobreviver,
sinto que o mundo é uma farsa
Mas mesmo assim os teus olhos,
mantêm-me a esperança acesa
para encontrar a paixão
E mesmo que digas que não,
são os teus lábios que falam
e nunca o teu coração.
segunda-feira, 9 de abril de 2007
sábado, 31 de março de 2007
Hoje
Hoje, vim aqui para escrever,
conversar com vossas mercês
e para deixar transparecer
alguns quês e seus porqês
Algumas manhas e deixas
uns truques e fantasistas.
Não vou maça-los com queixas
nem vou falar de conquistas.
Vou sim, falar de alquímia,
e da pedra filosofal
que transforma todo o dia
a vida num festival
Essa pedra é um tesouro
bem difícil de encontrar
Não tem preço, e vale ouro
mas não se pode comprar
Como já devem saber
falo de amor e paixão
Que nasce dentro do ser
em qualquer ocasião
Ha que procurar esse bem
Rebuscando sem cessar
e quando se encontre alguem
dá-se-lhe a pedra a guardar
conversar com vossas mercês
e para deixar transparecer
alguns quês e seus porqês
Algumas manhas e deixas
uns truques e fantasistas.
Não vou maça-los com queixas
nem vou falar de conquistas.
Vou sim, falar de alquímia,
e da pedra filosofal
que transforma todo o dia
a vida num festival
Essa pedra é um tesouro
bem difícil de encontrar
Não tem preço, e vale ouro
mas não se pode comprar
Como já devem saber
falo de amor e paixão
Que nasce dentro do ser
em qualquer ocasião
Ha que procurar esse bem
Rebuscando sem cessar
e quando se encontre alguem
dá-se-lhe a pedra a guardar
quinta-feira, 29 de março de 2007
Ao Mundo Blogger
Lanço-me em amplexos vazios pelo mundo dos blog. Pretendo encaixar como peça de puzzle, num espaço, onde reconheça o reflexo de mim, dos meus pensamentos, das conclusões a que julgo ter chegado. Mas encontro a lógica do ilógico implantada nos conceitos que se pretendem ver entendidos pelos restantes viajantes. Extraordinário é perceber que nesses vazios amplexos, encontro espaços preenchidos com essências, com supremos momentos de entendimento mútuo. E então reflicto: A virtualidade compõe a realidade, a negação da concordância culmina como vértice de pirâmide com o desejo motivador de entender.
sexta-feira, 23 de março de 2007
Fabula...Fabulosa
Sete fadas me levaram
Suavemente num sonho
Em três lagos me banharam
Num ambiente risonho
Em nove bosques me sararam
Dançaram-me ao luar.
Dum sonho me acordaram
Profundo, feito mar
Depositaram-me no orvalho
Sobre violetas em molhos
À nona semana renascia.
Ao abrir os olhos,
numa manhã de poalho
Eras tu que eu via
Dei-me ao mundo com amor
Mas o mundo me tragou.
Dei-me a ti com alegria
Dei-me ao amor que te roubou.
Bebeste-me em cálices de pedra!
Suavemente num sonho
Em três lagos me banharam
Num ambiente risonho
Em nove bosques me sararam
Dançaram-me ao luar.
Dum sonho me acordaram
Profundo, feito mar
Depositaram-me no orvalho
Sobre violetas em molhos
À nona semana renascia.
Ao abrir os olhos,
numa manhã de poalho
Eras tu que eu via
Dei-me ao mundo com amor
Mas o mundo me tragou.
Dei-me a ti com alegria
Dei-me ao amor que te roubou.
Bebeste-me em cálices de pedra!
segunda-feira, 19 de março de 2007
ENCONTREI-TE!
Encontrei-te, saías de um beco escuro
Trazias na mão a vida inanimada
No peito arfante, um quadro duro
No olhar sombrio, uma vida acabada
Olhaste-me sem me ver
Arrastavas pelo chão
As tiras do teu sofrer
E nem me ouviste dizer
Que estava ali a minha mão
Que podia amparar o teu morrer
Mas de onde tu vinhas
Não se via a luz.
Não havia almas
Era sempre aquela cruz
O grito da dor que adivinhas
Só depois da noite te acalmas
E eu ali, na esquina
Entrego-te metade de mim
Para gastares como fumo
Em manhã de neblina
Ou para te dar novo rumo
Salvando-me ao teu fim
Trazias na mão a vida inanimada
No peito arfante, um quadro duro
No olhar sombrio, uma vida acabada
Olhaste-me sem me ver
Arrastavas pelo chão
As tiras do teu sofrer
E nem me ouviste dizer
Que estava ali a minha mão
Que podia amparar o teu morrer
Mas de onde tu vinhas
Não se via a luz.
Não havia almas
Era sempre aquela cruz
O grito da dor que adivinhas
Só depois da noite te acalmas
E eu ali, na esquina
Entrego-te metade de mim
Para gastares como fumo
Em manhã de neblina
Ou para te dar novo rumo
Salvando-me ao teu fim
quinta-feira, 15 de março de 2007
Por vezes, quando olho fundo nos teus olhos,
consigo ver a tua alma.
Por vezes, quando falas dos teus sonhos,
Consigo sentir tanta calma.
Nem sempre, quando me falas de amor,
consigo sentir a paixão.
Por vezes, quando toco no teu peito,
Posso sentir-te o coração.
Às vezes, quando o teu corpo é demência,
consigo sentir o calor.
Por vezes é tão grande a tua ausência,
que não se desvanece o pavor.
Há dias, em que não consigo encontrar o sentido.
Por vezes só a fuga é a solução.
Há dias em que olhando para o infinito,
Consigo vislumbrar a razão.
Quando acordo em sobressalto
e sinto na cama quente
neste lugar ao meu lado,
o frio do teu corpo ausente.
consigo ver a tua alma.
Por vezes, quando falas dos teus sonhos,
Consigo sentir tanta calma.
Nem sempre, quando me falas de amor,
consigo sentir a paixão.
Por vezes, quando toco no teu peito,
Posso sentir-te o coração.
Às vezes, quando o teu corpo é demência,
consigo sentir o calor.
Por vezes é tão grande a tua ausência,
que não se desvanece o pavor.
Há dias, em que não consigo encontrar o sentido.
Por vezes só a fuga é a solução.
Há dias em que olhando para o infinito,
Consigo vislumbrar a razão.
Quando acordo em sobressalto
e sinto na cama quente
neste lugar ao meu lado,
o frio do teu corpo ausente.
terça-feira, 13 de março de 2007
Semi-plágio
Ser poeta, é ter alma e asas de condor
É pairar pelos céus eternamente
É olhar para os demais com amor
E ver no mundo o reflexo da própria gente
Ser poeta é ser mais alto
É ter da vida a ilusão do espaço
É abraçar o mundo num breve meato
E sonhar, infinitamente, um abraço
E é amar-te assim, perdidamente, eu
E não esperar do amor mais, que um momento
Ao desvendar sob a volúpia de um véu
O calor, a doçura, do teu corpo ardente
É pairar pelos céus eternamente
É olhar para os demais com amor
E ver no mundo o reflexo da própria gente
Ser poeta é ser mais alto
É ter da vida a ilusão do espaço
É abraçar o mundo num breve meato
E sonhar, infinitamente, um abraço
E é amar-te assim, perdidamente, eu
E não esperar do amor mais, que um momento
Ao desvendar sob a volúpia de um véu
O calor, a doçura, do teu corpo ardente
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